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Fundamentos do judo


TAISÔ

(Aquecimento / Preparação)

Deve-se tomar cuidado para não entrar “frio” em um treino ou competição, pois têm todas as chances de sofrer um estiramento, uma torção ou mesmo um súbito. É indispensável uma preparação na qual ele vá gradativamente se aquecendo e preparando o corpo para uma carga de esforço maior e mais prolongada.

UKEMI

(Rolamentos e Quedas)

Quando estava na preparação para o lançamento de seu estilo de luta, Jigoro Kano deu especial atenção à integridade física do atleta, já que os outros estilos de luta mostravam-se negligentes nessa área e mesmo incentivavam golpes perigosos. Na impossibilidade de eliminar as quedas, conseqüência natural dos golpes de arremesso, o mestre aperfeiçoou técnicas que praticamente anulam as possibilidades de acidente. A prática do UKEMI proporciona um excelente senso de equilíbrio e proteção, e mesmo uma queda fora do tatame terá seus efeitos sensivelmente diminuídos ou até anulados. Quando se fizer o ukemi, devemos oferecer a maior área possível para o impacto (as costas) e fazer o batimento de mãos e braços para emitir uma contra-ondas de choque a fim de atenuar a batida das costas contra o tatame. Quantos às quedas com rolamento, o ideal é tornar o corpo tanto quando possível uma bola que aproveite o impulso e role, diminuindo ou eliminando o impacto. Mesmo depois de Ter recebido a ambicionada faixa preta, com um grau avançado de prática e conhecimento, o praticante deve continuar a Ter o Ukemi como preocupação constante.

KUMI-KATA

(Pegadas)

O Kumi-kata pode ser pela direita ou esquerda (migi ou Hidari), dependendo do braço que se distende e segura a gola do quimono (judogi) do adversário. O outro braço fica por fora e segura a parte externa da manga (sodê). Pela pegada um adversário pode dominar o outro, neutralizar ou abortar um ataque em formação ou já iniciado, em toda a sua extensão. .Para uma boa pegada são necessárias base e força nos braços, nos pulsos, nas mãos e nos dedos. A base é o posicionamento dos pés, pernas e tronco, que quando em posição de defesa tornam-se um bloco firme, coeso e resistente.

KUZUSHI – TSUKURI – KAKE

(Desequilíbrio – Posicionamento – Arremesso)

O Kusushi casa-se perfeita e harmoniosamente com a máxima de Jigoro Kano: um mínimo de força para um máximo de eficiência. Alguns estudiosos da obra do grande mestre acreditam Ter sido a sua maior contribuição o fato de Ter analisado, dividido e dado nome às fases de projeção, ou seja, Kusushi, Tsukuri e Kake. Isso teria possibilitado o aprimoramento das técnicas já existentes e a criação de outras que viriam enriquecer a arte. Na aplicação de um golpe há duas possibilidades. Uma é escolher a técnica para depois preparar o adversário para recebê-la; a outra é aproveitar um eventual desequilíbrio para aplicar a técnica mais conveniente e oportuna. Em ambos os casos, a quebra de equilíbrio do adversário ou a preparação recebe o nome de Kuzushi, e pode ser direcionada pra qualquer um dos pontos cardeais ou colaterais, tendo, portanto oito direções possíveis. Continuando seu esforço, o judoca se coloca em posição para o arremesso. Essa posição ideal para o lançamento do adversário chama-se tsukuri. O próprio momento do arremesso , o execução final do golpe é o kake.

GUEIKO

(Treinamento)

Há as mais variadas formas para as técnicas que compõe o Nage-waza:

TENDOKU-RENSHIU – Sombra ou treinamento solitário, com ou sem espelho ou aparelhos, em que se procura lapidar os golpes e melhorar a rapidez.

UCHI-KOMI – Possível aos pares e também em trio, visando o aprimoramento das técnicas, da rapidez e da força localizada. Dá-se vulgarmente o nome de “entrada”, porque faz o Kuzushi e o tsukuri, pára e volta ao início, sem completar o arremesso.

YAKO-SOKU-GEIKO – Treino aos pares, livre e bem leve, sem defesa e movimentando-se “solto”, explorando-se toda e qualquer chance de golpe. Visa principalmente condicionar os sentidos para o aproveitamento das oportunidades que vierem a se oferecer durante o combate.

KAKARI-GEIKO – É o ataque consecutivo de esquerda e direita, com defesa leve do companheiro, que apenas utiliza o Tai-sabaki. Este treinamento é também excelente para o condicionamento físico.

RENRAKU-RENKA-WAZA – Este treinamento permite o estudo e aperfeiçoamento das técnicas que se concatenam e se completam, se combinam.

KAESHI-WAZA – É o treinamento dos contragolpes.

RANDORI – É o treinamento livre e completo, onde o atleta emprega todo o seu conhecimento e capacidade. É onde se testa a própria eficiência para conhecer os pontos negativos e possibilidades. Pode-se dizer que é a prova final antes do Shiai.

SHIAI – É o combate, a meta final para a qual o atleta se prepara por longos períodos. É onde em poucos minutos ou mesmo segundos todo o esforço pode ser coroado de êxito ou momentaneamente posto por terra. No caso da derrota o judoca deve raciocinar, procurar a falha e corrigi-la, para na próxima tentativa obter a vitória almejada.

FUSEGUI

(Pegadas nas Posições de Defesa)

Dicas para as pegadas:

Fique em posição de defesa semelhante à do oponente. Por exemplo: se ele estiver na posição direita, fique também na direita e vice-versa. Também é importante manter a posição oposta à do adversário.

Os braços devem ficar tensos e o corpo deve estar flexível e descontraído. Os principiantes sentirão dificuldades, mas com o tempo irão se acostumando a controlar os braços.

Ao mesmo tempo em que o judoca aplica as várias técnicas que conhece, ele deve mudar de posição no confronto com o oponente. O objetivo é desenvolver a variedade e versatilidade das técnicas.

Ao iniciar o confronto, segure o casaco do adversário mantendo sempre o dedo mínimo e o anular juntos. Outra recomendação: ao agarrar o casaco comece pelo dedo mínimo e anular. Na hora de puxar, acrescente o indicador e relaxe o polegar. É recomendável deixar o polegar descansar ligeiramente no casaco do oponente para que a movimentação dos pés não seja perturbada pela tensão sobre esse dedo.

Um procedimento errado que muitos judocas costumam colocar em prática é fazer a puxada segurando no colarinho do oponente. O certo é segurar pelas mangas.

Os veteranos sabem que o importante é antecipar e ler os movimentos do oponente, as ações e variações empregadas através da pele, da carne, do osso e do clima do momento. Esta habilidade, no entanto, só será notada com muito treinamento.

TAI-SABAKI

(Movimentos de Esquiva)

A perfeição e a habilidade com que o judoca aplica o golpe vão depender muito dos movimentos de avanço e recuo (SHINTAI) do corpo. Se eles estiverem corretos, a posição ideal será alcançada sem esforço. O controle dos movimentos de esquiva envolve cinco partes:

Cabeça (ATAMA) – Manter a Postura da cabeça de modo que ela se apóie sobre o corpo todo e não apenas sobre o ombro.

Respiração (IKI) – Ordenando a respiração, o raciocínio flui corretamente e os golpes terão a eficácia desejada. Se a respiração não estiver em ordem, é recomendável manter- afastado do adversário respirando profundamente e tranqüilizando o espírito. Voltando ao estado normal, contraia o abdômen e concentre sua força.

Tronco (DOO) – O lutador pode torcer o tronco, dobrá-lo para frente ou incliná-lo para traz afim de escapar dos ataques do adversário. Esses movimentos podem ser usados também para o ataque.

Mãos (TÊ) – Se o oponente agarra seu pulso, você pode se libertar aplicando-lhe um simples movimento de mão.

Pés (ASHI) – É realizado conjuntamente com os movimentos do resto do corpo. Os pés se movimentam para frente, viram no ar, golpeiam, etc. Sempre que estiver lutando o judoca deve se utilizar dos movimentos corporais conjuntamente. Só com perfeito domínio de todos os elementos os golpes atingirão a perfeição. Se algum golpe não funcionar, é porque alguma parte do corpo não está respondendo ao controle da mente.

A FORÇA

A força é necessária ao judô, mas não é o mais importante. Ela deve ser usada com método e discriminação. Se o judoca for privilegiado e tiver um corpo musculoso, deverá usar essa massa seguindo os preceitos de harmonia contidos na filosofia de Jigoro Kano. Só assim poderá transformar-se num campeão. A força bruta sozinha nunca servirá como canal, para que, de um judoca surja um grande mestre.

A força do espírito deve estar sempre meio palmo acima do uso da força física. Esta máxima do judô significa que você deve sempre conservar o espírito calmo, mas nunca demasiadamente relaxado, a ponto de perder a noção do que está ocorrendo à sua volta no TATAME. Significa também que dar preferência à força bruta tira a liberdade do corpo e restringe o progresso das pessoas nas técnicas.

OS SEGREDOS DA FORÇA

Se o adversário empurrar, puxe-o, se puxar, empurre-o.

Suponhamos que o oponente tenha uma força igual a seis e você uma força igual a quatro. Se um estiver se esforçando para puxar o outro, em direções opostas, é lógico que o quatro perderá para o seis. Mas se o mais fraco puxar em vez de tentar compensar a força do adversário, estará somando quatro com seis e poderá derrubá-lo facilmente. Mas cuidado: Não tente puxar o oponente depois que ele o empurrou, porque aí será tarde demais. Do mesmo modo, não tente empurrá-lo quando ele ainda não o puxou, pois você ficará completamente vulnerável.

Mantenha sempre o equilíbrio.

Como aplicar a força contra seu oponente, são três variantes:

Empurrar, depois relaxar e em seguida puxá-lo.

Puxar, depois relaxar e então empurrar. O empurrão deve acontecer sem precipitação, no momento que ele revidar a puxada.

Arremessar o oponente é o modo mais eficaz de derrubar o adversário quando ambos estão tão próximos que não se pode nem puxar nem empurrar. Todo o corpo deve ser usado para revirar o oponente e desequilibrá-lo, levantando-o do chão. Nesta ação usa-se a força dos dois braços e o impulso das pernas, joelhos e quadris. Você não deve colocar-se numa posição que o oponente não possa derrubá-lo, mas manter-se nesta posição desde o começo.

Desequilibre o oponente com o mínimo esforço.

Para concentrar a força em determinada parte do corpo é necessário, primeiro, relaxar com a consciência alerta, sem afrouxar. A regra vital do desequilíbrio (KUZUSHI), ou seja, a ação que deixa o oponente numa postura fácil de derrubá-lo ou arremessá-lo: a chave é desequilibrar ou quebrar a postura do oponente. Daí pode-se derrubá-lo com o mínimo da esforço. Você pode deixá-lo numa posição instável deslocando o peso do corpo para for a da base de sustentação. Se ele tentar manter o equilíbrio enrijecendo o corpo, ficará em condições desvantajosas e não poderá recuar nem avançar.

WAZA é baseado nos princípios fundamentais do Judô, “O máximo de eficiência no uso da mente e do corpo”.

As teorias do KUZUSHI, TSUKURI e do KAKE são expressões dos princípios do ponto de vista do Waza. O Tsukuri é construído a partir do Kuzushi que significa destruir a postura de equilíbrio do seu oponente, e “estando você equilibrado” tornar seu ataque mais eficiente. O Tsukuri consiste na preparação do golpe para a sua aplicação, o Kake.

O Kuzushi, Tsukuri e o Kake são os princípios técnicos do Judô, você pode aprender o princípio que pode ser aplicado a todas as fases da vida humana.

O ATAQUE (TORI)

Preparar-se para o ataque significa preparar o próprio corpo e o do oponente para o golpe que virá. Os principais pontos incluídos nas ações corporais preparatórias são:

Não permitir que o oponente perceba claramente as ações que você está realizando.

Desequilibrar o adversário com pequenos movimentos, forçando-o a fazer grandes movimentos. É o princípio da força centrífuga: você se coloca no centro da ação e, com o mínimo de esforços, obriga o adversário se mexer à sua volta.

AS MELHORES OPORTUNIDADES

É preciso escolher a oportunidade certa para cada tipo de ação preparatória. Aqui estão as melhores chances para o ataque ao adversário:

Ele está para vir à frente

Ele está para recuar

Ele vai desviar-se para direita ou para esquerda

Ele vai aplicar-lhe um golpe

O corpo dele está tenso e ele está tentando preparar uma ação

Ele se movimenta de modo apressado e impaciente

Ele aplicou um golpe

Ele tentou aplicar um golpe que falhou

Ele tentou aplicar um golpe e está agora procurando recobrar a posição.

No exato momento no que ele recobrou a posição inicial.

Lembre-se de um ponto importante: depois de realizar os movimentos preparatórios e ter levantado o oponente no ar, execute um movimento de arremesso, assim o golpe surtirá o efeito desejado.

O ATAQUE É A MELHOR DEFESA

O importante é você não ficar na defensiva. Se o oponente não pode atacar é porque está ocupado em se defender, isto é você está levando vantagem, atacando. O ataque é uma defesa e a defesa deve ser um ataque.

O ESPÍRITO DO JUDÔ

“Aquele que pratica o judô não se aperfeiçoa para lutar, luta para se aperfeiçoar.”

“conhecer-se é dominar-se, dominar-se é triunfar.”

“judoca é o que possui: inteligência para compreender aquilo que lhe ensinam; paciência para ensinar aquilo que aprendeu aos seus semelhantes, e fé para acreditar naquilo que não compreende.”

“quem pensa em perder já está vencido.”

“somente se aproxima da perfeição quem a procura com constância, com sabedoria e sobretudo com muita humildade.”

“saber cada dia um pouco mais e usá-lo todos os dias para o bem, esse é o caminho dos verdadeiros homens.”

“quando verificares com tristeza que não sabes nada, terás feito o primeiro progresso no aprendizado.”

“nunca te orgulhes de haver vencido um adversário: o que venceste hoje, poderá derrotar-te amanhã. A única vitória que perdura é a que se conquista sobre a própria ignorância.”

“nas águas do rio da vida chega mais longe quem nada como deve, quando deve e até onde deve.”

“o corpo é uma arma cuja eficácia depende da precisão com que se usa a inteligência.”

“vive em paz com os teus semelhantes.”

“é somente através da ajuda mútua e das concessões recíprocas que um organismo agrupando indivíduos em número grande ou pequeno pode encontrar sua harmonia plena e realizar verdadeiros progressos.”

“a simplicidade é a chave de toda arte superior, da vida e do judô.”

“sutileza na técnica e finura na estética são úteis para a eficácia da arte, mas escapam a qualquer descrição.

“a derrota na competição e no treinamento não deve ser uma fonte de desânimo ou de desespero. É sinal de necessidade de uma prática maior e de esforços redobrados.”

“o judô ultrapassou o estágio primitivo da utilidade para atingir o de uma ciência e de uma arte.”

“o judô não deve ser revestido por um rótulo nacional, racial, político, pessoal ou sectário.

“o judô pode ser considerado como uma arte, ou uma filosofia de equilíbrio, bem como um meio para cultivar o sentido e o estado de equilíbrio.”

“o adversário é um parceiro necessário ao progresso; a vida da humanidade baseia-se neste princípio.”

“não se envergonhe por causa de um erro; você estaria cometendo uma falta.”

“quando se percebe a potência do judô, compreende-se que não se pode usá-lo levianamente, pois ele pode ser tão perigoso quanto uma espada desembainhada.”

“a maior glória não está em nunca cairmos, mas em nos levantar todas as vezes que cairmos.”

“aprenda a conhecer a si mesmo; dominar-se para depois dominar os outros.”

“é com constância e humildade que se vai conseguindo a perfeição.”

“a vitória vem da vontade de fazer tudo certo, do início ao fim. De não se permitir erros, de dar de si o máximo absoluto.”

CÓDIGO MORAL

Gentileza

é respeitar os outros

Coragem

é fazer o que é justo

Sinceridade

é se expressar sem ocultar seus sentimentos

Honra

é manter a palavra

Modéstia

é falar de si sem vaidade

Respeito

sem respeito não há confiança

Autocontrole

é ficar quieto quando a raiva aflora

Amizade

é o mais puro dos sentimentos humanos

O JUDÔ É O BUQUÊ DE TODAS ESSAS FLORES

ELEMENTOS BÁSICOS

Fundamentos são todos elementos indispensáveis a formação do judoca relativamente à ética do Judô, à disciplina a ser mantida no DOJÔ e fora dele a moral.

PARA PRATICAR O JUDÔ DEVEMOS OBEDECER AS SEGUINTES REGRAS

O dojô é um local onde purificamos e enriquecemos a mente e o espírito. Portanto, tal local deve ser preenchido com atitudes de respeito, gratidão, e ajuda mútua. Ao entrar no dojô você percebe que todas as pessoas esforçam-se para manter essas atitudes, logo estas devem ser praticadas com sinceridade.

O ato de inclinar-se é uma forma apropriada de demonstrar gratidão e humildade necessárias ao bom andamento do treino

Quando inclinar-se:

Ao entrar e sair do dojô;

Antes do treino, incline-se ao shomen e depois ao instrutor.

Após o treino, incline-se ao sensei depois ao shomem.

Incline-se sempre que for pedir auxílio a alguém.

Guia geral de etiqueta

O instrutor deve ser sempre tratado com respeito;

O instrutor deve ser sempre referido por “Sensei”;

Procure não interromper o treino por razões desnecessárias. Se precisar perguntar algo, aguarde um momento adequado;

Não chame ou interrompa o Sensei enquanto ele estiver ensinando;

Não abandone o tatame durante o treino sem antes pedir autorização ao Sensei;

Não se deve conversar enquanto o Sensei demonstra alguma técnica. Ao treinar com seu parceiro, procure conversar apenas o necessário;

Se você estiver na academia, mas não no tatame, respeite o treino dos demais e fique em silêncio. Convidados devem ser informados destas atitudes;

Ao receber instruções pessoalmente, permaneça quieto até que o Sensei complete sua explicação. Depois incline-se e agradeça;

É inapropriado para um aluno (incluindo faixas pretas) oferecer instrução aos demais a não ser que ele seja autorizado a auxiliar o Sensei. Este é um ponto essencial para o seu desenvolvimento pessoal e deve ser seguido cuidadosamente;

Quando o instrutor estiver ensinando um ponto, não procure ir além, a não ser que você seja autorizado a fazê-lo;

Não fique fazendo comparações entre seu Sensei com outros. Cada instrutor tem características únicas a serem compartilhadas;

Procure chegar sempre mais cedo para o treino;

Se você chegar atrasado para o treino, aguarde do lado de fora do tatame até que o instrutor autorize-o a entrar;

Todos os alunos devem já estar alinhados em posição antes do Sensei adentrar o tatame;

A posição formal de sentar-se no tatame é seiza. Se você tem algum ferimento ou por alguma outra razão não pode sentar-se assim, explique ao Sensei e ele o autorizará a sentar-se com as pernas cruzadas. Nunca sente-se com as pernas esticadas, deite ou descanse em outra posição dentro do tatame;

Procure não ficar ocioso durante o treino. se não estiver treinando, sente-se formalmente e aguarde sua vez;

O local de treino de artes marciais deve permanecer limpo. Se você vir algum resquício de sujeira ou coisa parecida, não espere alguém limpar, limpe você mesmo. Isso faz parte de seu treinamento;

Trate suas ‘ferramentas de treino’ com cuidado. Seu kimono deve estar sempre limpo e costurado.

Um par de calçados é parte de seu uniforme. Use de preferência chinelos ou sandálias e, ao entrar no tatame, deixe-os do lado de fora voltados para o lado contrário do tatame;

Seu corpo, principalmente seus pés, devem estar limpos antes de entrar no tatame;

Não treine se você tiver ingerido algum tipo de bebida alcóolica ou drogas, a não ser que sejam medicamentos prescritos por um médico;

Entre no dojo com pensamento positivo. Não existe local para pessimismo no dojo;

Anéis, relógios ou outros acessórios não devem ser usados durante o treino pois podem machucar você ou seu companheiro;

Mascar chiclete ou comer dentro do tatame não é permitido;

Se estiver doente ou exausto, procure repousar ao invés de treinar, pois você pode piorar seu estado;

Não é permitido fumar no dojo;

Não critique ninguém ou outra arte marcial;

O JUDOÍSTA DEVE SABER

A disciplina é fundamental, pois relaciona com as normas de qualquer academia e também em outros setores da vida.

O respeito é indispensável, uma vez que, para treinar e competir depende dos seus colegas, dos superiores hierárquicos ou até como filosofia de vida.

A educação é fator importante de disciplina pessoal, uma vez que deve conduzir o atleta à lealdade dentro do JUDÔ.

A dedicação é essencial em qualquer modalidade esportiva. Além de depender o treinamento extra ou especial, depende também de algumas regras de alimentação.

Existem outros fatores importantes como a força de vontade, desenvolvimento físico e técnico, onde podemos resumir dizendo que sem estes ninguém chega a perfeição.



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